Exposições

 Exposições

Pintura

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Num Olhar
Rui Cristino da Silva
Galerias da Casa Municipal da Cultura

Rui Cristino da Silva pintou em telas realistas imagens da natureza e da “beleza monumental de Seia” em lugares como o Dólmen de Paranhos, a Lagoa do Covão do Curral, o Sandomil, a Maceira, o Burgo da Lousã, e também de Linhares da Beira e Coimbra. “Seia, cidade no alto da Serra da Estrela, parece querer abraçar Portugal. E foi ‘num olhar’ do belo destas paisagens que a Casa Municipal da Cultura me fez este convite”, diz o pintor sobre a exposição.   

 

Fotografia

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Fogo e Ferro Forjado

Mário Jorge Branquinho

Foyer do Cineteatro da Casa Municipal da Cultura

Na vila de Loriga, concelho de Seia, há muitas décadas que se recicla o ferro-velho na forja abrasadora da fundição. “É fogo inflamado que arde e se vê, incandescente e quente, moldando o ferro e os sentimentos de quem ali trabalha. Imagens de uma faina ancestral, a ferro e fogo forjado, com as portas abertas ao mundo”, diz Mário Jorge Branquinho, autor das fotografias que compõem esta exposição.

 

Fotografia

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A Serra da Estrela a Três Dimensões

CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela

Explorando temas centrais como a geologia, a geomorfologia, os habitats naturais, a flora e a fauna da Serra da Estrela, esta mostra procura evidenciar a divisão clássica da Serra da Estrela em três andares bioclimáticos: um andar basal, que representa as zonas de mais baixa altitude; um andar intermédio, referente à zona compreendida entre os 800 e os 1600 metros; e um andar superior, onde se apresentam os habitats situados acima dos 1600 metros. As áreas referentes a cada um destes três níveis encontram-se estruturadas em torno de um conjunto de painéis que representam os principais habitats naturais, aos quais se associam elementos do espólio científico-natural do CISE, tais como material da osteoteca, da plumoteca, do herbário e da colecção de entomologia. A par dos painéis, exibe-se um conjunto de módulos relativos à geomorfologia e história geológica da Serra da Estrela, bem como amostras de rochas, minerais e maquetas dos principais vales glaciários da serra. A exposição inclui ainda um conjunto de terrários e aquários, onde é possível observar diversas espécies de invertebrados em diferentes fases do seu ciclo de vida.

 

Fotografia

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Invertebrados da Serra da Estrela

CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela

Os invertebrados – que incluem escorpiões, aranhas e insectos, entre outros animais – representam o grupo faunístico mais abundante e diversificado do planeta. Assumem uma importância extrema na maioria dos ecossistemas, pois desempenham um papel chave no funcionamento das cadeias tróficas, na polinização das plantas e na decomposição da matéria orgânica. Na Serra da Estrela, apesar das extensas lacunas de conhecimento sobre a sua diversidade, distribuição e estatuto de conservação, este grupo inclui mais de 2000 espécies, muitas das quais merecem destaque especial por se encontrarem protegidas por lei ou por apresentarem uma distribuição restrita à Península Ibérica, Portugal ou, até mesmo, à Estrela. As imagens que integram esta exposição apresentam algumas das espécies mais emblemáticas da serra, procurando despertar o desejo da sua descoberta e alertar para a necessidade da sua conservação. A exposição inclui um conjunto de 20 fotografias a cores e conta com trabalhos recebidos no âmbito do IX Concurso de Fotografia do CISE, seleccionados por um júri.